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	<title>Na Estrada e ao Vento &#187; Acadêmicos</title>
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	<description>Correndo para o futuro, mas apreciando a calmaria</description>
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		<title>Pela ciência open-source</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Nov 2006 04:52:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>inaciog</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acadêmicos]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
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		<description><![CDATA[Qual é a real beleza da foto acima (roubada de optik)? Certamente não são as cores isoladamente, mas sim essa mistura rica e caótica de cores, que dá um efeito tão agradável e provocador da imaginação. Pessoas diferentes vêm formas diferentes. Tudo isso devido à mistura e a interação entre as cores. O mesmo ocorre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img id="image134" alt="262864845_979e65a6c3.jpg" src="http://www.nacio.com.br/blog/wp-content/uploads/2006/11/262864845_979e65a6c3.jpg" /></p>
<p>Qual é a real beleza da foto acima (roubada de <a target="_blank" href="http://www.flickr.com/photos/optick/262864845/">optik</a>)? Certamente não são as cores isoladamente, mas sim essa mistura rica e caótica de cores, que dá um efeito tão agradável e provocador da imaginação. Pessoas diferentes vêm formas diferentes. Tudo isso devido à mistura e a interação entre as cores.</p>
<p>O mesmo ocorre com a ciência. Diferentes pensamentos, nas mais distintas tonalidades, são criados, se desenvolvem e interagem entre si, na tentativa de montar um quadro melhor do mundo e unverso em que vivemos. Mas para que isso ocorra de verdade, a interação, replicação e mistura devem estar presentes, de forma que o estudo de uma pessoa interaja e influa outros que vierem.</p>
<p>E nesse quesito a internet fez uma verdadeira revolução. Hoje você tem acesso (infelizmente não todos) a décadas de publicação científica à distância de uma busca. Um trabalho feito na Tailândia pode servir de base a uma tese no Brasil, um experimento feito nos Estados Unidos pode ser comparado a um semelhante feito na Russia sem nenhuma dificuldade. A redundância nos trabalhos feitos diminuiu, pois se alguém já fez ou está fazendo o que se pretende, pode-se mudar o enfoque e enriquecer a ciência.</p>
<p>O problema das publicações científicas, no entanto, é que em geral elas não dão dados suficientes para a replicação do que foi feito, e muitas vezes isso nem é por culpa dos autores, mas devido à falta de espaço. Outros, no entanto, se aproveitam desse fato para divulgarem resultados &#8220;adaptados&#8221; à realidade desejada. E o argumento geral é que não haveria espaço para divulgar os enormes pormenores da pesquisa.</p>
<p>Pois bem, anos passaram, a internet é uma realidade há um bom tempo. Hoje em dia, ao entrar na página de um pesquisador, você em geral tem acesso a todos os artigos escritos por ele. Poucos, no entanto, disponibilizam as ferramentas e dados para que os experimentos sejam replicados ou alterados.</p>
<p>Esse deve ser o próximo passo. A ciência open-source. Não apenas os artigos resumidos devem ser disponibilizados, mas sim todos os dados necessários para a verificação do trabalho, e, principalmente, a utilização rápida e segura desse trabalho como base. Espaço não falta mais. Os artigos deveriam ter sempre o endereço na internet onde o leitor poderia obter todas as informações, dados, programas, etc, para utilizá-lo como base.</p>
<p>Acredito fortemente que esse é o caminho certo. A última coisa que a ciência pode fazer é guardar segredos. E sua riqueza aumenta conforme a comunicação, a interação e a incorporação aumentarem também.</p>
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		<title>USP em greve: funcionários cada vez mais dispensáveis</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Jun 2006 19:28:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>inaciog</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acadêmicos]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[Semana passada começou a já tradicional greve quase-anual dos funcionários da USP. Na entrada da faculdade a placa dizia em letras garrafais: USP EM GREVE. O fato, porém, é que mal se nota diferença na universidade. As aulas continuam, as salas abertas, as faculdades tão cheias quanto o normal. O que faz falta mesmo é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Semana passada começou a já tradicional greve quase-anual dos funcionários da USP. Na entrada da faculdade a placa dizia em letras garrafais: <strong>USP EM GREVE</strong>. O fato, porém, é que mal se nota diferença na universidade. As aulas continuam, as salas abertas, as faculdades tão cheias quanto o normal. O que faz falta mesmo é o bandejão (apesar de que o da química, que é terceirizado, parece que continua funcionando).<br />
Imagino que há alguns anos uma greve de funcionários nas universidades praticamente paralisava as atividades da mesma. Porém, com a freqüência anual das greves, a universidade foi se adaptando cada vez mais à falta desses funcionários, e cada vez mais serviços essenciais, como segurança, vão sendo terceirizados.</p>
<p>Ou seja, essa dinâmica em que a universidade pública está, de greves constantes, está tendo um efeito bem diferente do almejado pelos funcionários. Os sindicatos, atrasados e enferrujados, estão mais preocupados em se colocar em evidência para seus sindicalizados do que de fato ajudando-os. E estão fazendo o &#8220;serviço neoliberal terceirizador da reitoria&#8221; eles mesmos.</p>
<p>Concordo que a terceirização tenha efeitos negativos, como redução do nível salarial, mas também acredito que, diante da falta de verbas e mudanças nas relações trabalhistas, uma atitude menos conservadora, míope e egoísta dos sindicatos seriam fundamentais, mudando o tipo de relação que mantêm com a reitoria.</p>
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		<title>Equilíbrio, ciclo e caos em sistemas complexos</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Jun 2006 01:35:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>inaciog</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acadêmicos]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde minha passagem pela economia, a existência ou não de equilíbrio em um sistema foi talvez a minha maior dúvida e interesse. No estudo da economia, em geral parte-se do pressuposto de que as variáveis sendo analisadas sempre alcançarão, no longo-prazo, um valor fixo ou, no máximo, formaria um ciclo em volta de um ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde minha passagem pela economia, a existência ou não de equilíbrio em um sistema foi talvez a minha maior dúvida e interesse. No estudo da economia, em geral parte-se do pressuposto de que as variáveis sendo analisadas sempre alcançarão, no longo-prazo, um valor fixo ou, no máximo, formaria um ciclo em volta de um ou mais ponto. Por exemplo, dado um certo modelo para o valor da taxa de câmbio, mantendo-se todas as variáveis externas ao modelo constantes, no longo-prazo o valor da taxa convergirá para um valor X, ou poderá oscilar em volta de um valor Y.</p>
<p>O problema é que, quanto mais complexo o modelo, mais difícil é impor que isso ocorra. Você tem que montar suposições cada vez mais fortes sobre o sistema, para que o mesmo apresente equilíbrio ou ciclo no longo-prazo. Se essas suposições não fossem feitas, o sistema teria um comportamento explosivo, levando-o a uma situação impossível.</p>
<p>Para mim isso não fazia sentido. A consequência é que acreditar que as relações que regem um determinado fenômeno real sejam complexas, e ao mesmo tempo acreditar que o mesmo converge para um equilíbrio equivale a acreditar no sobrenatural. Sim, porque a consequência dessas duas características em um modelo matemático resulta em restrições fortíssimas sobre os parâmetros do sistema. Caso essas restrições não sejam atendidas, o sistema &#8220;explode&#8221;. Ou seja, é como se andássemos o tempo todo no fio da navalha de olhos vendados, e nunca caíssemos nem ao menos nos desequilibrássemos.</p>
<p>Os sistemas complexos, os modelos multiagentes pareciam um esboço de uma solução. Na verdade o que ocorre não são ciclos ou equilíbrios. São forças distintas, interagindo entre si e influenciando todos os elementos, a cada hora de uma forma diferente. Os comportamentos seriam muito mais dinâmicos, diferentes. Não haveria um equilíbrio, mas sim forças que se complementam e se anulam em momentos diferentes. Parecia a solução.</p>
<p>Mas hoje me ocorreu uma idéia que, posso dizer, abalou minha fé um pouco. Na verdade, me acordou da ingenuidade. A idéia foi simples: em um sistema multiagente, podemos definir um &#8220;estado&#8221; como sendo o conjunto de características de todos os agentes em um dado instante. Por exemplo, se nosso sistema é composto por agentes caracterizados pelo nome, idade e pela rede de amigos, um registro do tipo ( (inacio,26,[fulano,beltrano]), (fulano,22,[beltrano]), (beltrano,25,[fulano,inacio])) seria um estado. Se o estado a ser alcançado depende apenas do estado anterior (algo até razoável de se pensar), e se supusermos que o mundo é discreto, e não contínuo (o que eu também acredito ser o razoável), temos que, por mais que o número de estados possíveis seja bem grande, uma hora ou outra, o sistema vai voltar a um estado já visitado. Assim, a partir daí haveria uma repetição, ou seja, um ciclo.</p>
<p>Se qualquer uma das duas suposições for descartada, podemos ter infinitos estados, ou caminhos infinitos. Mas para isso, temos que ter uma das seguintes hipóteses sobre o universo:</p>
<ul>
<li>Se supusermos que o mundo é contínuo, e não discreto, por tabela acreditamos que o universo é infinito (não sei se existe prova para isso, mas para mim parece razoável pensar que se pudermos analisar qualquer coisa em níveis infinitamente microscópicos, então é razoável supor que podemos estar no meio do caminho entre &#8220;o macro e o micro&#8221;. Como consequência, viria a infinitude do universo</li>
<li>Se supusermos que dado um estado anterior podemos alcançar mais de um estado diferente, significa acreditar que não basta a descrição (por mais completa que seja), da realidade para saber o que ocorrerá, pois a &#8220;escolha&#8221; dos processos que regem a passagem de um estado para o outro está em algum &#8220;outro lugar&#8221;. Seria algo como &#8220;acreditar em deus, espíritos, essas coisas&#8221;</li>
</ul>
<p>Ou seja, são perguntas para as quais não temos resposta (ao menos por enquanto).</p>
<p>E, por consequência, os &#8220;sistemas complexos&#8221; não passam de um jeito muito mais complicado de chegar à mesma conclusão: equilíbrios e ciclos.</p>
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		<title>Aquecendo os neurônios</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Feb 2006 04:11:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>inaciog</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acadêmicos]]></category>

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		<description><![CDATA[Idéias soltas sobre sistemas complexos e modelagem multiagentes Sistemas Complexos O objeto de modelagem multiagente são sistemas complexos. Sistemas complexos são aqueles em que a simples agregação do comportamento atômico do sistema não leva ao comportamento macro observado. São sistemas em que, grosseiramente, 1+1 não é geralmente igual a 2. A primeira pergunta que vem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a target="_blank" href="http://www.flickr.com/photos/gian/63215212/"><img width="463" height="345" border="0" alt="Um sistema complexo" id="image86" src="http://www.nacio.com.br/blog/wp-content/uploads/2006/02/63215212_e7db51c778.jpg" /></a></p>
<p><em><strong>Idéias soltas sobre sistemas complexos e modelagem multiagentes<br />
</strong></em></p>
<p><strong>Sistemas Complexos</strong></p>
<p>O objeto de modelagem multiagente são sistemas complexos. Sistemas complexos são aqueles em que a simples agregação do comportamento atômico do sistema não leva ao comportamento macro observado. São sistemas em que, grosseiramente, 1+1 não é geralmente igual a 2.</p>
<p>A primeira pergunta que vem à mente é o que diferencia um sistema complexo de um tradicional. Observações micro e macro distintas são resultado, mas quais podem ser as causas? De início, é fácil perceber que uma condição é que as ações de um componente do sistema afete um outro, por menor que seja esse fato. Se assim não for, o resultado final será o simples acúmulo das ações previstas para cada agente.</p>
<p>Mas a condição acima é muito restritiva, trivial e de pouca utilização. Afinal, sistemas em que ações individuais não causam maiores conseqüências não são lá muito interessantes e representam simplificações grosseiras da realidade.</p>
<p><strong>Modelagem</strong></p>
<p>O que poderia ser um esboço de um arcabouço geral para a modelagem de sistemas complexos através de agentes? Talvez uma das primeiras perguntas a serem feitas é se faz sentido, e se seria positivo, separar os agentes e o ambiente. Nos exemplos de situações que me vêm à mente, parece muito razoável. Digamos, por exemplo, que estamos modelando tráfego urbano. As ruas e quarteirões parecem ter uma função totalmente diferente dos automóveis, ônibus, trens e etc. Parece mais razoável dizer que os agentes são os veículos, e as ruas e quarteirões são o ambiente em que esses agentes atuam. Surge aí um problema: o que diferencia o ambiente dos agentes?</p>
<p>Primeiramente, me parece que os agentes estão sempre em contato com o ambiente, diferentemente do que ocorre com outros agentes. Dois carros podem estar em lados opostos da cidade, de forma que as ações de um não afete em nada o outro. Na verdade ambos podem desconhecer a existência do outro. O mapa da cidade não, afinal os carros sempre estão numa rua, num quarteirão ou o que seja.</p>
<p>Há diversos exemplos de ambientes espaciais: o universo, o planeta, um tabuleiro, um rio, o espaço aéreo, etc. Mas podem haver também ambientes não-físicos: o ambiente onde se dá um leilão, uma sociedade, uma competição, etc. E talvez esses ambientes não-físicos ajudem a definir o que é um ambiente.</p>
<p>De início, o ambiente pode ser imutável. O universo, por exemplo, pode ser considerado um ambiente que não é alterado pelos agentes planetas. Os planetas se posicionam no universo, suas interações dependem das características do universo, mas, excluindo as tais deformações gravitacionais do espaço, ele permanece o mesmo.</p>
<p>O ambiente dita algumas regras fundamentais que regem as ações e interações dos agentes. O fato de somente ser possível se transitar com um carro nas ruas é uma restrição do ambiente para a liberdade do agente automóvel. Afinal, embora o carro possa virar à esquerda antes da esquina, a restrição física do prédio impede que essa liberdade passe do muro do prédio.</p>
<p>Aqui vem uma observação interessante: embora o prédio seja, de fato, uma limitação à ação do motorista, o próprio motorista, em geral, não vai precisar bater na mureta para que a sua ação seja limitada. Ele mesmo limita ainda mais a sua ação, trafegando apenas pelo asfalto. Além disso, um outro carro pode estar parado à frente dele. Ou seja, embora o ambiente imponha algumas limitações à ação do agente, não necessariamente as limitações partam apenas do ambiente. Ou seja, o conjunto de regras que limitam as ações dos agentes não vêm apenas do ambiente.</p>
<p>Uma condição que me vem à mente é de que o ambiente, diferentemente dos agentes, não age sobre os agentes. Uma ação de um agente sobre o ambiente pode ter conseqüências para ele (por exemplo, um carro passar sobre um buraco na rua tem consequüências sobre o carro), mas o ambiente não pode agir sobre os agentes. Por exemplo, se uma árvore cai sobre um carro, essa árvore não faz parte do ambiente, mas é mais um agente. Não estou ainda muito certo disso, mas talvez uma definição mais precisa dessa idéia seja que, enquanto o agente não atua sobre o ambiente, o ambiente não pode afetar o agente.</p>
<p>No caso de um leilão, por exemplo. O ambiente são as regras de um leilão. O leiloeiro, no entanto, é um agente. Então, se um comprador dá um lance, é registrada a oferta. Passado um tempo limite, não havendo maiores ofertas, quem deu o maior lance é considerado vencedor e fica obrigado a pagar a sua oferta. Embora o ambiente dite as regras, quem vai efetivamente executar essa cobraça é o leiloeiro. Assim, embora desde a última oferta o agente comprador não tenha executado nenhuma ação sobre o ambiente, ele será afetado externamente. Mas não pelo ambiente, pelo leiloeiro.</p>
<p>Isso. Na verdade pode ser promissora a idéia de, restringindo o papel do ambiente, seja possível uma divisão do sistema em dois grandes componentes (ambiente e agentes), e com isso melhorar precisar e simplificar o processo de modelagem. Se de fato o conceito de ambiente for aplicável a qualquer sistema complexo, vale a idéia.</p>
<p>Resumindo:</p>
<ul>
<li>o ambiente está sempre limitando as ações de um agente, não importando o estado do mesmo;</li>
<li>o ambiente pode ser afetado pelas ações do agente;</li>
<li>o ambiente pode afetar o agente, mas somente quando o mesmo está atuando sobre o ambiente; <em>(esse é o ponto mais complicado e questionável)</em></li>
</ul>
<p>Vem agora a pergunta: não podemos ter um agente com essas características? Se detectarmos um agente com essas características, podemos simplesmente incorporá-lo ao ambiente?</p>
<p>Enfim, essa é uma idéia bem crua ainda, mas sobre a qual vale a pena trabalhar. Será realmente possível essa separação ambiente-agentes?</p>
<p><strong>Análise de resultados</strong></p>
<p>Essa talvez seja a área mais quente. Outro dia entro nela.</p>
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