Love is a two way dream
Estou começando a achar que o Breno tem razão. A Björk é realmente impressionante. Nunca vi ninguém cantar com a força que ela canta. Vou curtindo aos poucos. Por enquanto as duas músicas que mais me impressionaram foram Joga e Bacherolette. Sem contar que o filme Dançando no Escuro deu outro significado para a trilha sonora. É como o Tarantino falou: a trilha sonora, quando bem colocada em um filme, faz com que toda vez que você ouça ela você tenha a emoção que você teve ao ver a cena do filme.
8. August, 2004 at 10:59
Dando continuidade à sessão “Eu amo aquela esquimó”, se procuras intensidade, duas obras primas: Harm of will e The anchor song. Se tiveres ‘purso fino’ ou medo da mudança, enfim, se fores um covarde, não siga em frente.
9. August, 2004 at 07:48
Olha, já faz um tempão que eu vi “Dançando no Escuro”. Pelo que eu me lembre, eu saí completamente deprimida do cinema, querendo me matar na esquina mais próxima. Ela é linda, maravilhosa, td bem… mas o filme acabou comigo, me detonou por inteiro. Ainda não tive coragem de revê-lo.
E aí, Laranjinha, como foi a viagem pras Zoropa?