A mão invisível é a que não usamos
“A um rabino muito justo foi permitido que visitasse o purgatório e o paraíso. Primeiramente foi levado ao purgatório, de onde provinham os gritos mais horrendos dos rostos mais angustiados que já vira. Estavam todos sentados numa grande mesa. Sobre ela estavam as iguarias, as comidas mais deliciosas que se possam imaginar, com a prataria [...]
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