Ok, me rendi
Criei um blog, sim.
Achei que talvez seja uma idéia legal mesmo, um jeito de escrever um pouco sobre coisas sobre as quais eu não escreveria em outro lugar ou situação, não sei.
O nome pelo menos ficou legal: Na estrada e ao vento! Dois símbolos da liberdade e da vida: andar na estrada e ser levado pelo vento, num rio ou no mar. Sim, é uma visão romântica das coisas (a influência do cinema norte-americano tá aí pra quem quiser ver), mas quer coisa melhor? Eu acho que a melhor forma de aproveitar o cinema é fazer com que os filmes interfiram ao máximo sua forma de ver as coisas. Se você sai do cinema e você vê a porta da saída da mesma forma que na entrada você se deu mal. Ou o filme era ruim ou você é muito insensível e não sabe aproveitar uma oportunidade dessas.
Ontem, por sinal, vi O Filho da Noiva pela quarta vez. Fomos eu, o Rodrigo e o Marco Tulio na casa da Janaína e da Aline. O filme é bom demais, mas acho que se for assistir mais uma vez não vou gostar, cansou.
Bom, enfim, achei divertido isso de escrever aqui, vamos ver por quanto tempo eu escrevo…
Ah, dia 9 vou pra Itália, participar do Economic Growth and Distribution: on the Nature and Causes of the Wealth of Nations, em Lucca, e vamos ver se escrevo aqui de lá, aí sim vai ser interessante! (Do jeito que eu falei parece que vou pra Europa todas as férias, hehehe…)